“O próprio cárcere reprova o crime de estupro”, diz secretário de segurança.

novembro 06, 2017

Continuam as investigações sobre o caso do assassinato bárbaro da menina Allana Ludmila, de 10 anos ocorrido na ultima quarta-feira (1). Segundo a polícia, Robert Serejo, réu confesso, já está preso em uma área de isolamento do Comando Geral da Polícia Militar do Estado e aguardará os próximos passos da justiça.

Jefferson Portela secretario de Segurança, revelou durante entrevista coletiva que nem o próprio cárcere prisional aceita o crime de esturpo, seja ele como for. “Robson está em um lugar destinado aos detentos que não podem ficar em celas comuns, pois nem mesmo os demais presos aceitam essa pratica criminosa”, revela Jefferson.

O delegado geral da Polícia Civil do Maranhão, Leonardo Diniz, ponderou detalhes do depoimento de Robson, realizado no Comando Geral da Policial Militar do Estado na ultima sexta-feira (4). Ele conta que Robert tinha uma copia da chave da porta do quintal da casa e que no dia do crime, tentou entrar pela porta da frente, pedindo para que Allana abrisse a porta, mas como não foi atendido, resolveu pular o muro e entrou pela porta do quintal. Allana estava no banheiro enrolada em uma tolha quando foi surpreendida com violência pelo criminoso.

‘Crime por vingança: ‘

“Allana foi imobilizada e morta com requintes de crueldade”, diz delegada. Além de estuprada, foi asfixiada. Teve suas mãos amarradas e um saco plástico preto foi posto em sua cabeça. A delegada Viviane, da Superintendência de Homicídio e Proteção a Pessoa (SHPP), contou que o crime foi por vingaça, já que Robert havia se separado há cerca de 2 semanas da mãe de Ludmila e não aceitava o termino do relacionamento.









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