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Em Rondônia vereadora Ada Dantas metida a moralista chama professora de PUTA, VAGABUNDA, QUENGA DO PT e MALUCA no Facebook



A vereadora Ada Dantas (PMN) e uma professora lotada na Seduc, Judith Santos, trocaram farpas no facebook neste sábado (22), devido um comentário insinuativo que afirmava que a vereadora recebeu dinheiro para apoiar as férias do prefeito Hildon Chaves (PSDB).

A postagem foi feita no sábado às 18:32 pela professora, logo abaixo a vereadora entrou “rasgando” e chamou a professora de PUTA, VAGABUNDA, QUENGA DO PT e ainda a ameaçou explicitamente, o que não condiz com o decoro de uma representante do povo.

Mas logo tempo depois, voltou em seus comentários e talvez alertada sobre a gravidade de suas palavras e sobre a responsabilidade de ser vereadora e que poderia até perder o mandato por quebra de decoro parlamentar, acabou editando o texto, desta vez chamou a professora de parasita e mais, a desafiou para lhe falar pessoalmente e finalizou: Vai se tratar sua maluca.

A postagem esta rendendo comentários contra a vereadora e a favor, mas o print dos comentários estão circulando nas redes sociais. Também circula nas redes sociais um lista de pessoas indicadas pela vereadora na prefeitura, ela nega as indicações, mas mantém na Assembleia cargos de até 7 mil reais, porém sempre negando.

Vereadora que se mostra uma moralista, que se acha acima de tudo e todos e até mesmo de ordem judicial, comportamentos que foram vistos no ano de 2011, quando foi dada como foragida, após seu marido, hoje o então Deputado estadual Jesuíno Boabaid, ser preso acusado de diversos crimes, sendo assim exonerado e após anos conseguiu voltar ao quadro dos policiais militares de Rondônia.

Na época a vereadora descumpriu medida cautelar do Juiz de Direito Sérgio William Domingues de manter afastamento de no mínimo 300 metros de batalhões e unidades da PM, ela foi filmada em frente a um batalhão da Polícia Militar, e por esse motivo foi determinado o cumprimento do mandado de prisão preventiva, onde Ada Dantas iniciou fuga e conseguiu driblar os agentes em um matagal de Porto Velho.

Várias acusações foram representadas contra ela e outras líderes do movimento da Assfapom, e até registradas na imprensa como atos de sabotagem, dano ao patrimônio público, impedimento de policiais de exercerem suas funções, motim, desacato, ameaça, disparos de arma de fogo e, por conseguinte, formação de quadrilha ou bando armado, todos com alguma espécie de participação das mulheres, conforme consta na representação.

Mostrando que desde de lá não respeita ninguém e usa de artifícios baixos e de agressividade para conseguir alcançar seus objetivos, e atacar aqueles que se mostram contrários a ela, demonstrando total falta de controle para ser uma representante da população.

CONFIRA ABAIXO OS PRINTS DAS AMEAÇAS CONTRA A PROFESSORA:

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