Preso morto durante fuga de Pedrinhas participou da chacina de Panaquatira

maio 22, 2017
Um dos dois presos mortos durante a fuga de Pedrinhas, na noite de domingo (21), foi identificado como Geandro da Silva Santos, o “Piolho”, de 32 anos, criminoso que participou da chamada “chacina da praia de Panaquatira”, em São José de Ribamar.

O buraco aberto no muro pela explosão já foi fechado durante a madrugada. (Foto: Douglas Pinto)
Na chacina, ocorrida em 23 de maio de 2015, numa casa de praia, cinco pessoas foram mortas – entre elas, o soldado da PM Max Muller Rodrigues de Carvalho, lotado no 6º Batalhão, que participava de uma confraternização com amigos, durante sua folga.

Geandro ‘Piolho’ morreu ao ser baleado por agentes do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), que enfrentaram um grupo de ao menos 6 criminosos, armados com fuzis de grosso calibre (possivelmente 762), que explodiram com dinamite o muro da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPRSL 6), antigo Centro de Detenção Provisória (CDP, o “Cadeião”), dispostos a resgatar comparsas da cadeia.

Além de Geandro, que morreu no local, outro preso ainda não identificado veio a óbito, após ser baleado e levado ao Socorrão 2.

Conforme a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), ao menos 32 detentos fugiram. Seis dos fugitivos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois morreram durante a fuga.

O buraco aberto no muro pela explosão já foi fechado durante a madrugada.

Em 10 de setembro de 2014, um caminhão do tipo caçamba, que havia sido roubado por criminosos, derrubou uma parte do muro do então CDP e pelo buraco aberto no local fugiram 36 presos.

Fonte: O Informante

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