Presidente da Câmara critica Cemar por má prestação de serviço em Caxias

abril 04, 2017
Vereador Catulé - Presidente da Câmara. 
Foto: João Lopes
Durante seu discurso nesta segunda-feira (3), na tribuna da Câmara Municipal de Caxias, o presidente da Casa, o vereador Catulé (PRB), fez sérias críticas às empresas concessionárias de telecomunicações e de energia, de modo especial à Companhia Energética do Maranhão (Cemar), por sua má prestação de serviço em Caxias.

"Os piores serviços do estado estão aqui no município de Caxias, onde você não tem aonde reclamar ou com quem reclamar. Mas a Cemar, que é um serviço essencial, trata a cidade de Caxias no quarto ou no quinto plano", disse Catulé no início de seu pronunciamento.

O parlamentar lembrou que a Cemar fechou a sua estrutura física no município e se transferiu para Timon, onde abriu um escritório regional, deixando em Caxias, "depois de tantas reclamações da população caxiense e da Câmara, um pequeno escritório para cortar e receber luz daqueles que quisessem restabelecer a sua energia".

Catulé destacou a péssima qualidade do fornecimento de energia na zona rural, dando como exemplo a instalação da Subestação no 2º Distrito. "Brigamos quatro anos com a Cemar para instalar no 2º Distrito uma Subestação, e terminaram construindo. No dia da sua inauguração, faltou energia no próprio povoado que ela foi instalada, isso por três vezes nos maiores povoados da região. Num deboche com a classe política e o povo da nossa cidade, de pior qualidade", frisou.

"Faço esse pronunciamento para chamar a atenção da mídia e desta Casa para que possamos receber a Cemar, não o eletricista, não o encarregado de serviço, mas quando tivermos a oportunidade, sabermos dar uma resposta para essas instituições que pertenciam ao povo do estado do Maranhão, que pertenciam ao povo caxiense, uma resposta digna, sobretudo dura", concluiu o presidente da Câmara.

Lei da Fila de Banco

Ainda na sessão, Catulé propôs alteração na Lei Municipal que limita em 30 minutos o tempo máximo de espera dos clientes na fila para atendimento nos bancos. Pela lei atual, há multa de R$ 200,00 após a sexta infração notificada, o que, para o vereador, facilita ao descumprimento pelos bancos, por ser um valor irrisório. Sua proposta é adequá-la à Lei Estadual que prevê advertência, multa de R$ 5 mil por nova reclamação e multa de R$ 10 mil a cada reincidência.

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