DEPUTADO CABO CAMPOS: Separando as verdades das mentiras

abril 25, 2017


Quanto as alegações do Sargento Botelho, preso no presídio da Policia Militar “MANELÃO”, desde 29 de março do corrente ano, emitidas hoje, terça-feira 24 de abril, onde sou levianamente acusado de desassistir o mesmo, e de não cooperar com a defesa do acusado, tenho a esclarecer: 

1. De fato, estive no presidio militar “MANELÃO” quando da prisão do Sargento Botelho; 

2. No referido encontro, além da minha assessoria jurídica, também se fazia presente um pretenso “amigo” do Sargento Botelho que, segundo soubemos mais tarde, tem interesses no meio jurídico; 

3. No referido encontro me comprometi com o Irmão de Farda a ajudá-lo em sua defesa e no que mais estivesse ao meu alcance e ele aceitou a nossa ajuda; 

4. Fui bem recebido pelo Sargento e tivemos uma conversa amena e pacata, onde esclarecemos fatos ocorridos nas redes sociais; 

5. Desde esse dia disponibilizei meu advogado para patrocinar a defesa do Sargento Botelho, através do Dr. Augusto Rabelo; 

6. Ocorre que o pretenso “amigo” do Sargento o convenceu a não aceitar o advogado indicado por mim e iniciou, desde então, uma campanha sórdida para que eu tivesse que arcar com os custos de outro advogado, que, dizem, atua em conjunto com a esposa do pseudo amigo; 

7. Valores estratosféricos foram-me exigidos e a relação tomou um ar implícito de chantagem; 

8. Não me submeto a esse tipo de coisa, quem me conhece sabe que sou amigo, mas não sou manipulável, mesmo assim, condoído com a situação do Sargento Botelho, ofereci, através do Dr. Augusto Rabelo, diversas vezes, uma ajuda em dinheiro para ajudar a pagar as despesas advocatícias do escritório indicado pelo “Amigo da Onça”; 

9. Após vários contatos entre o “amigo” e o Sargento Botelho, este recusou-se a receber o valor ofertado; 

10. Assim como recusou o patrocínio do nosso advogado Dr. Augusto Rabelo; 

11. Caso nosso advogado estivesse atuando no caso, como ocorreu recentemente com o Sd. Leite, seu HABEAS CORPUS já teria sido impetrado e, talvez o Sargento já estivesse respondendo em liberdade; 

12. Ademais, o Dr. Augusto Rabelo, ultimamente, tentou diversas vezes entrar em contato com o advogado indicado pelo “amigo” do Sargento Botelho e não conseguiu contato, mormente quando se verificou que a arrecadação de fundos organizada pelo “amigão” estava em desacordo com o valor acertado pelo advogado. 

Diante do exposto, em face de tudo que ocorreu, ouvindo a palavra Glorificada do nosso Pai Celestial, que diz “ não pagueis o mal com o mal, mas pagueis o mal fazendo o bem” tenho a declarar que: 

1. Farei uma ajuda financeira ao Sargento Botelho, dentro das minhas possibilidades, apesar do tratamento desrespeitoso que fui vítima; 

2. Disponibilizo, novamente, minha assessoria jurídica para acompanha-lo, caso ele tenha interesse; 

3. Oro para que a verdade venha à tona e que nenhuma injustiça seja perpetrada; 

4. E, por fim, encerro minha participação nesse episódio com a consciência tranquila e com o espirito sereno, próprio daqueles que buscam o bem, e me disponibilizo a provar o alegado através de provas materiais e testemunhais em minha posse e de terceiros. 

A força que vem da fé. 

São Luis-MA, 25/04/2017 

Cabo Campos 
Policial Militar e Deputado Estadual

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