BREAKING NEWS

16 março, 2017

Primeira audiência do caso Mariana é iniciada em São Luís

Mariana de Araújo Costa foi morte em novembro do ano passado. O cunhado, Lucas Porto, é o principal suspeito.
FOTO: Reprodução

Começou na manhã de hoje (16) a primeira audiência de instrução de processo referente ao assassinato da publicitária Mariana Menezes de Araújo Costa, de 33 anos, morta em novembro do ano passado. O crime ganhou notoriedade e reprercussão, tendo como principal suspeito o cunhado da vítima, lucas Leite Ribeiro Porto, de 33 anos, que permanece preso. Lucas chegoua confessar a autoria do delito.

A sessão segue acontecendo na 4ª Vara do Juri, presidida pelo juiz José Ribamar Goular Heluy Júnior Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, com a presença do juiz, auxiliares de Justiça, testemunhas, advogados e o acusado Lucas Porto, que irá narrar à Justiça a versão sobre os fatos. Serão ouvidas cinco testemunhas de defesa e sete de acusação.

As provas serão produzidas durante a audiência, onde acontecerá a oitiva das testemunhas e as alegações finais.

O promotor de Justiça, Gilberto Câmara França Júnior, da 28ª Promotoria de Justiça Criminal de São Luís, protocolou a denúncia contra Lucas Porto, por crimes de estupro e homicídio qualificado contra Mariana. A pena pode chegar a 60 anos de reclusão.
Família de Mariana acompanha a audiência. FOTO: TV Difusora

CASO

Mariana de Araújo Costa foi encontrada desacordada em seu apartamento, no dia 13 de novembro de 2016, no bairro do Turu, em São Luís.

Após investigações, que utilizaram, ainda, imagens do circuito interno de videomonitoramento do condomínio, o cunhado – Lucas Porto – se tornou o principal suspeito da investigação. A cúpula da Secretaria de Segurança Pública do estado concluiu que Lucas Porto estuprou e matou Mariana por asfixia.

“Os laudos revelam, pelas lesões sobre o cadáver, que ela travou rigorosa luta. Manchas no pescoço e marcas na perna são lesões de defesa, tentando impedir o ato criminoso”, afirmou o secretário de segurança pública, Jefferson Portela, à época da coletiva realizada para esclarecer mais detalhes sobre o crime.

Dias após a morte da publicitária, familiares e amigos foram às ruas pedir justiça e punição para o acusado.

Relembre as reportagens sobre o caso aqui.

Fonte: MA10