Ricardo Murad interferiu para destruir e ocultar provas, diz PF

outubro 06, 2016

De acordo com o delegado Wedison Cajé, Ricardo Murad interveio de forma direta na primeira fase da investigação, a Operação Sermão aos peixes.

Coletiva na Superintendência Regional da Polícia Federal no Maranhão. Foto: Reprodução
Na manhã desta quinta-feira (6), foi deflagrada a 2ª e 3ª fase da Operação Sermão aos Peixes, a operação tem objetivo de investigar o desvio de verbas da saúde. As fases denominadas de Abscôndito e Voadores são ações conjuntas da Polícia Federal e Controladoria Geral da União.

Durante coletiva de imprensa realizada pela Polícia Federal na Superintendência Regional, em São Luís, o delegado Wedison Cajé explanou detalhes das operações. De acordo com o delegado, Ricardo Murad interveio de forma direta na primeira fase da investigação, a Operação Sermão aos peixes. “Ele citou detalhes da operação, e para nossa infelicidade sua fonte estava correta. Os investigados agiram para causar embaraço e destruição de provas”, afirmou o delegado.

Estão envolvidos na operação 60 Policiais Federais, com o apoio da CGU. Dentre ações estão o cumprimento simultâneo de 32 mandados judiciais, sendo 3 de prisão preventiva, 12 de condução coercitiva e 17 de busca e apreensão, além do bloqueio judicial de bens a apreensão e sequestro de uma aeronave.

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