Estado, prefeitura, AL, OAB, MP e Comando da PM silenciam sobre vandalismo de petistas

março 07, 2016

Arrastão petista aconteceu no sábado 5, na Praça Maria Aragão. Dois policiais foram esfaqueados durante a confusão



Quase 48 horas depois do ato de vandalismo capitaneado por membros do PT e da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o Governo do Maranhão, a Prefeitura de São Luís, a Seccional maranhense da OAB, o Ministério Público, a Assembleia Legislativa e o Comando Geral da Polícia Militar se acovardaram e não lançaram qualquer nota sobre o ocorrido.

Chefe direto do secretário de Esportes e Lazer, Márcio Jardim, o governador Flávio Dino (PCdoB), usual utilizador das redes sociais para proclamar a justiça e a igualdade — ainda que apenas de gogó —, não teceu qualquer comentário ou lançou qualquer nota sobre as atitudes de marginal praticadas pelo subordinado na Praça Maria Aragão, quando armou-se de uma barra de ferro, gritou e discutiu com um policial militar e ainda tentou evitar a prisão de um vândalo do PT que estava armado com uma peixeira no meio da confusão.

O mesmo silêncio também foi a arma utilizada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) para guardar o presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func), Marlon Botão, que também agrediu verbalmente os policiais e as pessoas que participavam de uma manifestação pacífica com a presença do boneco inflável do ex-presidente Lula, o Pixuleco.

Com um integrante no ato de vandalismo, a Assembleia Legislativa do Maranhão, comandada pelo deputado Humberto Coutinho (PDT), foi outro Poder que fez vista grossa para a participação do deputado Zé Inácio (PT) no arrastão que ultrapassou o cordão de isolamento da PM, furou e rasgou o Pixuleco, e tentou usar de tráfico de influência para libertar o correlegionário preso por porte de arma branca.

Apesar de não ter nenhum membro envolvido no arrastão petista, o Ministério Público do Maranhão, chefiado pela procuradora-geral de justiça Regina Rocha, detentora da titularidade para oferecer ação penal para colocar na cadeia os petistas Nonato Chocolate, Marcio Jardim, Zé Inácio, Raimundo Monteiro, Honorato Fernandes, Teresinha Fernandes, Genilson Alves, Márlon Botão e Adriana Oliveira, e contra o comunista Júlio Guterres, além de outros vândalos não identificados, também não esboçou qualquer reação contra o ocorrido.

Ação repetida também OAB-MA, comandada pelo jovem advogado Thiago Diaz, abandonando a tradição de defesa da Ordem pela liberdade de expressão e o direito de livre manifestação.

De todos os que se reservaram ao silêncio, destaca-se o comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, Cel. José Frederico Pereira. Exímio especialista em cursos operacionais e de sobrevivência, e um dos poucos da PM-MA que possuem cursos como: BOPE (Batalhão de Operações Especiais ) e CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva), do Exército Brasileiro, de nada adiantou a cara feia de caveira e os inúmeros cursos de Pereira diante do peleguismo da política. Mesmo com dois militares esfaqueados nas mãos, e o restante ter sido desacatado por secretários do Executivo estadual e municipal, o comandante da PM-MA foi obrigado a recolher-se em sua insignificância e não sair em defesa da tropa, já que a selva agora, como se percebe, é outra.

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